CRÍTICA: CIDADES DE PAPEL

by - julho 16, 2015


Ontem fui ao cinema assistir a Cidades de Papel, e acho que andei subestimando a profundidade de John Green.

Cidades de Papel é um filme baseado no livro com mesmo nome do John Green, no qual Q, nosso querido Nat Wolf, tem uma paixão aguda pela sua vizinha Margot, que só é a Cara Delevigne, desde a primeira vez que ele a viu. Conforme eles foram crescendo, ela se tornou a garota mais popular da escola com diversas histórias rondando a sua vida, umas verdadeiras, outras não, mas quem sabe. E ele, é o típico nerd. Numa noite, Margot entra no quarto do Q e diz que precisa utilizar o seu carro e que ele tem que acompanhar ela em uma aventura. Ela tem 9 coisas para fazer e precisa da ajuda dele. Eles embarcam em uma noite muito maluca, e depois disso, ela desaparece. Ele então decide procura-la e embarca em uma viagem maluca.

Com certeza esse não é um típico romance adolescente e me fez refletir se as pessoas que leem os livros do John Green entendem a profundidade dos livros ou se eu que estou vendo demais. O fato é que Cidades de Papel é um filme (ainda não li o livro ok?) sobre entender que a vida é mais do que esperamos dela, e que o que importa é a viagem, e não o destino. Vai além de um romancezinho qualquer.

Quando Q sai na busca pela Margot, ele e seus amigos acabam descobrindo muitas coisas sobre eles mesmos e sobre os outros. É uma busca meio maluca e desenfreada, quase uma obsessão, mas que leva as personagens a pararem e reverem certos conceitos, e meio que sem querer eles acabam fazendo descobertas muito divertidas e entrando em situações inesperadas.

Os atores desse filme são muito bons, e a Cara não decepciona nem um pouco. Eles fizeram toda a história ser leve e engraçada, e a melhor cena, com toda é certeza, é quando eles cantam a música tema de Pokémon, e sim, eu cantei no cinema. Mas eu assisti a versão dublada, se alguém viu legendado e era outra música, me contem nos comentários.

Os cenários são lindos e todas as situações propostas pelo roteiro são bem imagináveis, bem do tipo, poderia acontecer com qualquer um, o que deixa a coisa até mais divertida, já que talvez você se identifique com algumas situações vividas pelas personagens.

Definitivamente este é um filme que todo adolescente/jovem deveria assistir. O final não é nada óbvio e faz a gente parar e refletir. Ele passa a mensagem de: por que não podemos ser feliz agora? Nesse exato momento? O que te impede?



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2 comentários

  1. Oi, Ana!

    Que legal, acho que vou assistir então! Quando vi o trailer achei que o filme fosse bem bobinho, mas pelo visto vale a pena. Eu gostei bastante de "A Culpa é das Estrelas", tanto do livro quanto do filme, mas foi a única coisa que vi do John Green.

    Um beijo!

    A Carta Violeta

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    Respostas
    1. Oi Camila! Assista que vale a pena mesmo! Você vai sair pensando sobre ele! :)

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