CRÍTICA: STAR TREK - SEM FRONTEIRAS

by - setembro 08, 2016


Dobradinha de Star Trek por aqui, mas juro que foi coincidência. E o que eu preciso dizer é que assim como o livro que eu li, esse foi um filme feito para fãs. Essa é a primeira coisa que você tem que saber e que você tem que ter em mente, e você tem que levar isso com você.

Em Star Trek - Sem Fronteiras, Kirk e toda a tripulação da Enterprise depois de uns dias de descanso junto a suas famílias vão sair em uma missão de resgate há uma nave de pesquisa. Claro que, as coisas não vão ser simples e fáceis, e eles vão encontrar uns alienígenas malucos no meio do caminho. O clichezão que a gente já tá mais que acostumado, e eu, particularmente, adoro!

Vamos ao começo. O filme já vem trazendo uma tripulação cansada e questionando o valor da missão deles, se eles querem mesmo continuar "vagando" pelo espaço e até que ponto eles estão felizes fazendo o que fazem. E, apesar de o filme focar muito no Kirk, é visível que ele está simbolizando o sentimento geral da tripulação. Todos parecem muito cansados. Ai, também acontece a morte do Embaixador Spock, que eu não vou entrar em detalhes, mas é um acontecimento que vai fazer o Spock repensar algumas coisas na vida dele.

Então, depois do descanso, eles vão para uma viagem que vai incorrer em uma aventura no melhor estilo Star Trek. E aí que a tripulação vai começar a botar em xeque todo aquele sentimento de incerteza que eles vinham carregando, e olha, posso dizer que ai a história começa a perder o foco do Kirk e a gente vai ter mais a presença de outros tripulantes, como a Uhura, o Sulu, o Scott, o Checov (quase chorei em cada cena que ele apareceu...) e o próprio Spock. É aquela coisa, isso é bom por um ponto, mas ruim em outro, uma vez que meio que acaba não aprofundando em nenhum personagem. O que não é de todo ruim, mas pode incomodar algumas pessoas.

Aqui a gente também vai ter um foco mais do que grande no que realmente é o objetivo da federação e o que é tentado passar com a Enterprise, que é a ideia de que a união nos torna mais fortes, independente das nossas diferenças e de onde viemos. Que no final o que importa é o que fazemos juntos.

Depois dessa divagação sobre a mensagem do filme, vamos ao visual. O filme é muito bonito! É tudo bem claro, colorido e cheio de vida. Bem do jeito que eu gosto. Tem umas cenas que eles focam no funcionamento da nave, que ó, são maravilhosas, deixaram minha engenheira escondida sonhando em trabalhar na Nasa!

Um comentário aleatório é que eu estou lendo A Guerra do Velho e tem umas coisas que acontecem no filme que me lembraram muito esse livro! E tipo, um não tem nada a ver com o outro!

Nem preciso dizer que eu, como amante de Star Trek, mais do que recomendo esse filme, e eu gostei mesmo dele! Esse filme me deixou com gostinho de quero mais e eu mal posso esperar para um próximo, ou para rever a série!



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